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Dr. Dyego Rosendo – Ortopedista em Delmiro Gouveia – AL

Você sente dor na coluna, no joelho, no ombro ou em outra articulação e não sabe se já está na hora de procurar um ortopedista?

A dor aparece só depois de esforço físico? Piora ao longo do dia? Já atrapalha o trabalho, o sono ou tarefas simples do dia a dia? Essas dúvidas são muito comuns.

Muita gente convive com dor por semanas, meses ou até anos, achando que é “coisa da idade” ou do trabalho. Outras pessoas tomam remédio por conta própria sempre que a dor aparece e só conseguem alívio temporário, sem nunca descobrir a causa real do problema.

Algumas dores realmente desaparecem sozinhas. Outras indicam doenças que precisam de tratamento específico.

Quanto mais cedo vem o diagnóstico, maiores são as chances de controlar os sintomas, recuperar a função e evitar que a dor vire um problema crônico.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), as doenças musculoesqueléticas são uma das principais causas de incapacidade física no mundo. Elas afetam pessoas de todas as idades e são responsáveis por milhões de afastamentos do trabalho todos os anos.

A boa notícia: a maioria desses problemas tem tratamento. E nem sempre a cirurgia é necessária.

O Que Faz um Ortopedista?

O ortopedista é o médico responsável pelo diagnóstico, tratamento e prevenção das doenças que afetam ossos, músculos, tendões, ligamentos, articulações e coluna vertebral. Muita gente associa esse especialista apenas a fraturas, mas a atuação dele é muito mais ampla do que isso. Na prática, a maior parte das consultas acontece por causa da dor.

O ortopedista avalia pacientes com:

  • dores recentes ou crônicas;
  • lesões esportivas;
  • alterações do envelhecimento;
  • deformidades;
  • doenças degenerativas e inflamatórias;
  • sequelas de acidentes.

As regiões mais avaliadas no consultório são:

  1. coluna cervical, torácica e lombar;
  2. ombros;
  3. cotovelos;
  4. punhos e mãos;
  5. quadris;
  6. joelhos;
  7. tornozelos;
  8. pés.

Alguns ortopedistas ainda se especializam em áreas específicas, como cirurgia da coluna, cirurgia do joelho, cirurgia do ombro, cirurgia da mão, medicina esportiva, traumatologia e reconstrução dos membros inferiores.

Independentemente da subespecialidade, o objetivo é sempre o mesmo: identificar a origem da dor e restaurar a função do paciente.

Ortopedista e Traumatologista São a Mesma Coisa?

Essa é uma dúvida frequente e importante para quem está pesquisando um especialista.

Sim, na prática atual, são o mesmo profissional.

A especialidade médica reconhecida pelo Conselho Federal de Medicina chama-se oficialmente Ortopedia e Traumatologia. Por isso, é comum ver a sigla “orto e trauma” no nome do médico.

Historicamente, a distinção fazia sentido:

  • o termo ortopedia vinha do cuidado com deformidades e doenças das articulações e ossos;
  • o termo traumatologia se referia ao atendimento de fraturas e lesões causadas por trauma (acidentes, quedas, impactos).

Hoje, todo médico formado nessa especialidade está apto a tratar tanto doenças crônicas quanto lesões agudas. Não é necessário procurar profissionais diferentes para cada situação.

Quando Devo Procurar um Ortopedista?

Você deve procurar um ortopedista sempre que a dor persistir, limitar seus movimentos ou interferir na sua rotina, nem todo desconforto exige atendimento imediato. Depois de um treino intenso ou esforço incomum, é normal sentir dor muscular por alguns dias.

Porém, alguns sintomas indicam que a avaliação médica não deve esperar. Procure um ortopedista quando:

  • a dor dura mais de duas semanas;
  • a dor melhora e volta repetidamente;
  • há dificuldade para caminhar;
  • subir escadas ficou difícil;
  • levantar o braço causa dor importante;
  • há perda de força;
  • surgem formigamento ou dormência;
  • há limitação para trabalhar;
  • a dor atrapalha o sono;
  • atividades simples passaram a incomodar.

Esperar meses para buscar ajuda nem sempre é a melhor estratégia, muitas doenças respondem melhor ao tratamento quando identificadas cedo, antes de haver perda de força, redução de mobilidade ou dor crônica instalada.

Quando a Dor Pode Indicar Algo Grave?

A maioria das doenças ortopédicas é benigna. Mas alguns sintomas pedem avaliação imediata, de urgência.

Procure um pronto-socorro se notar:

  • perda súbita de força em um braço ou perna;
  • perda do controle da urina ou das fezes;
  • dormência na região genital (chamada anestesia em sela);
  • febre associada a dor intensa na coluna ou em uma articulação;
  • dor intensa após acidente ou queda importante;
  • deformidade evidente do membro;
  • incapacidade total de apoiar o peso sobre uma perna;
  • dor intensa à noite, que não melhora em nenhuma posição;
  • perda de peso inexplicada associada à dor persistente;
  • histórico de câncer com surgimento recente de dor óssea.

Esses sinais podem indicar infecção, fratura, compressão neurológica grave ou tumor. São situações raras — mas reconhecê-las rápido faz diferença no resultado do tratamento.

Quais Doenças o Ortopedista Trata?

O ortopedista trata centenas de doenças diferentes. Algumas vêm do envelhecimento natural das articulações. Outras, de lesões esportivas, acidentes ou sobrecarga repetitiva.

Região do corpoPrincipais doenças
ColunaHérnia de disco, lombalgia, cervicalgia, artrose da coluna, estenose do canal vertebral, espondilolistese
OmbroTendinopatia do manguito rotador, bursite, capsulite adesiva, tendinite calcária
CotoveloEpicondilite lateral (cotovelo do tenista), epicondilite medial (cotovelo do golfista)
Punho e mãoSíndrome do túnel do carpo, dedo em gatilho, tendinites
QuadrilArtrose, bursite trocantérica, impacto femoroacetabular
JoelhoArtrose, lesão do menisco, lesões ligamentares (LCA), condropatia patelar
Tornozelo e péFascite plantar, tendinite do calcâneo, entorses, esporão do calcâneo

Cada doença tem causas, sintomas e tratamentos diferentes. Por isso, identificar corretamente a origem da dor é mais importante do que apenas aliviar o sintoma.

Ortopedia por Faixa Etária

O tipo de problema ortopédico muda bastante conforme a idade do paciente.

Crianças e adolescentes

  • pé chato flexível e pé torto congênito;
  • escoliose e desvios posturais;
  • dores de crescimento;
  • fraturas na fase de crescimento (que envolvem cuidado especial com as placas de crescimento ósseo);
  • displasia do desenvolvimento do quadril.

Adultos jovens e atletas

  • lesões ligamentares (como ruptura do LCA);
  • lesões musculares e tendíneas por overuse;
  • fraturas por estresse;
  • luxações recorrentes de ombro.

Adultos de meia-idade

  • tendinopatias (ombro, cotovelo, punho);
  • hérnia de disco;
  • síndrome do túnel do carpo.

Idosos

  • osteoporose e fraturas por fragilidade (fratura de quadril, punho e coluna);
  • artrose avançada de joelho e quadril;
  • estenose do canal vertebral.

A osteoporose merece atenção especial: é uma doença silenciosa, que enfraquece os ossos sem sintomas até que ocorra uma fratura. A densitometria óssea é o exame usado para diagnosticá-la, e o ortopedista costuma acompanhar o tratamento junto ao reumatologista ou endocrinologista.

A Dor Sempre Aparece no Local do Problema?

Não. Em muitos casos, a dor é sentida numa região diferente de onde a doença realmente está. Esse fenômeno chama-se dor referida.

Um exemplo clássico acontece na coluna lombar.

Quando uma raiz nervosa é comprimida por uma hérnia de disco, o paciente pode sentir dor irradiando para a nádega, a coxa, a perna e até o pé — mesmo que o problema esteja na coluna.

O mesmo vale para outras regiões:

  • uma doença do quadril pode causar dor no joelho;
  • problemas na coluna cervical podem doer no ombro ou no braço;
  • alterações do ombro podem irradiar até o cotovelo.

Por isso, localizar exatamente onde dói nem sempre é suficiente para achar a causa. O exame clínico do ortopedista é essencial para diferenciar essas situações.

Como o Ortopedista Descobre a Causa da Dor?

O diagnóstico começa muito antes de qualquer exame. Na maioria das vezes, a história clínica e o exame físico são as etapas mais importantes da consulta.

Durante a avaliação, o ortopedista busca entender:

  1. quando a dor começou;
  2. como ela evoluiu;
  3. quais movimentos pioram os sintomas;
  4. se há perda de força ou sensibilidade;
  5. quais tratamentos já foram tentados;
  6. como a dor interfere na rotina do paciente.

Depois, é feito um exame físico detalhado: postura, marcha, mobilidade, força muscular, estabilidade articular e testes específicos para cada região.

Só depois dessa avaliação é possível definir quais exames realmente são necessários. Muitas vezes, uma boa história clínica somada a um exame físico cuidadoso já permite fechar o diagnóstico com precisão — sem precisar de exames desnecessários.

Quem é o médico ortopedista que vai cuidar de você?

O Dr. Dyego Rosendo é médico ortopedista e traumatologista, com atuação voltada ao diagnóstico e tratamento das doenças musculoesqueléticas.

Sua prática clínica concentra-se no tratamento de pacientes com dores na coluna, joelhos, ombros, quadril, tendões e articulações, com abordagem baseada em diagnóstico preciso, recuperação funcional e controle da dor.

Além da formação em Ortopedia e Traumatologia, possui treinamento específico em Reconstrução e Alongamento Ósseo, área dedicada ao tratamento de deformidades dos membros inferiores, pseudoartroses, osteomielite e discrepâncias de comprimento dos membros.

Na área da dor musculoesquelética, associa tratamentos conservadores, reabilitação, fortalecimento muscular e procedimentos minimamente invasivos guiados por ultrassonografia sempre baseados nas melhores evidências científicas disponíveis.

Seu objetivo é oferecer um tratamento individualizado, ajudando cada paciente a recuperar sua função, reduzir a dor e retomar suas atividades com segurança.

Quais Exames o Ortopedista Pode Solicitar?

Os exames ajudam a confirmar diagnóstico, avaliar a gravidade da doença e planejar o tratamento. Mas eles não substituem uma boa consulta médica.

É comum o paciente perguntar: “Doutor, preciso fazer ressonância?”

Na maioria das vezes, a resposta é não.

Muitas doenças ortopédicas são diagnosticadas apenas com história clínica, exame físico e, quando necessário, uma radiografia simples.

ExameQuando costuma ser indicado
RadiografiaFraturas, artrose, desalinhamentos, deformidades e alterações ósseas. Costuma ser o primeiro exame solicitado.
Ultrassonografia musculoesqueléticaAvaliação de tendões, músculos, bursas e derrames articulares. Também guia infiltrações com maior precisão.
Ressonância magnéticaAvalia cartilagens, meniscos, ligamentos, discos da coluna, músculos e tendões com riqueza de detalhes.
Tomografia computadorizadaFraturas complexas, deformidades ósseas e planejamento cirúrgico.
EletroneuromiografiaDiagnóstico de compressões nervosas: túnel do carpo, hérnia de disco com comprometimento neurológico.
Densitometria ósseaDiagnóstico e acompanhamento de osteoporose, principalmente em pacientes acima de 50 anos.

Cada exame tem vantagens e limitações. Por isso devem ser interpretados sempre junto com a avaliação clínica.

Um Exame Alterado Significa Que Aquela É a Causa da Dor?

Nem sempre. Esse é um dos conceitos mais importantes da ortopedia moderna.

Estudos mostram que pessoas completamente saudáveis podem ter, sem sentir nada:

  • hérnias de disco;
  • desgaste na coluna;
  • pequenas lesões do manguito rotador;
  • rupturas parciais de tendões;
  • alterações degenerativas dos meniscos;
  • artrose leve.

Ao mesmo tempo, pacientes com dor intensa podem ter exames praticamente normais.

Isso acontece porque a dor depende não só da imagem do exame, mas também de inflamação, função muscular, sensibilidade do sistema nervoso e outros fatores.

Por isso, o tratamento nunca deve se basear apenas no laudo de um exame. Cabe ao ortopedista identificar quais alterações realmente explicam os sintomas.

Como Funciona o Tratamento das Doenças Ortopédicas?

Não existe um único tratamento para todos os problemas ortopédicos. O plano depende da doença, da idade, do nível de atividade física e dos objetivos de cada pessoa.

Ainda assim, a maioria dos tratamentos segue uma sequência parecida

1. Educação do Paciente

O primeiro passo é entender a doença.

Quando o paciente compreende a origem da dor e os objetivos do tratamento, costuma aderir melhor às orientações e participar mais ativamente da recuperação.

2. Controle da Dor

Permite que o paciente volte a se movimentar e participe da reabilitação. Pode incluir:

  • analgésicos;
  • anti-inflamatórios;
  • relaxantes musculares;
  • aplicação de gelo ou calor;
  • órteses em situações específicas.

Esses recursos aliviam o sintoma, mas raramente resolvem a causa. O uso prolongado de anti-inflamatórios pode causar gastrite, úlceras, sangramento digestivo, problemas renais e risco cardiovascular em pacientes predispostos. Por isso, devem ser usados sob orientação médica.

3. Recuperação dos Movimentos

Depois de controlar a dor, é hora de recuperar a mobilidade:

  • fisioterapia;
  • alongamentos;
  • exercícios específicos;
  • terapia manual;
  • treinamento funcional.

4. Fortalecimento Muscular

Músculos fortes protegem articulações, tendões e ligamentos. Eles absorvem impacto, melhoram a estabilidade e reduzem a sobrecarga sobre estruturas lesionadas.

Doenças como artrose, lombalgia, tendinopatias e lesões esportivas costumam responder melhor quando o fortalecimento muscular faz parte do plano.

5. Procedimentos Minimamente Invasivos

Quando o tratamento conservador não é suficiente, alguns pacientes se beneficiam de:

  • infiltrações articulares;
  • infiltrações guiadas por ultrassonografia;
  • bloqueios analgésicos;
  • viscosuplementação com ácido hialurônico (pacientes selecionados);
  • terapia por ondas de choque;
  • hidrodissecção de nervos em situações específicas;
  • plasma rico em plaquetas (PRP), quando há indicação clínica.

Esses procedimentos fazem parte de um plano terapêutico completo — não substituem fisioterapia, fortalecimento e mudança de hábitos.

Quanto Tempo Leva a Recuperação?

O tempo varia bastante conforme a doença e o tratamento escolhido:

  • entorses leves: 1 a 3 semanas;
  • tendinites: 4 a 8 semanas de tratamento conservador;
  • fraturas simples: 6 a 8 semanas de consolidação óssea, seguidas de reabilitação;
  • lesões ligamentares operadas (como LCA): 6 a 9 meses até o retorno completo ao esporte;
  • próteses de quadril e joelho: reabilitação de 3 a 6 meses para retorno pleno às atividades.

Esses prazos são gerais. Cada paciente evolui de um jeito, dependendo de idade, saúde geral e adesão ao tratamento.

Toda Dor Precisa de Cirurgia?

Não. A grande maioria das doenças ortopédicas é tratada sem cirurgia.

A cirurgia costuma ser reservada para situações com clara expectativa de melhora da dor, da função ou de prevenção de sequelas.

Principais indicações cirúrgicas:

  1. fraturas instáveis;
  2. lesões ligamentares específicas;
  3. hérnias de disco com déficit neurológico ou falha do tratamento conservador;
  4. artrose avançada com limitação importante;
  5. deformidades progressivas;
  6. tumores e infecções;
  7. falha dos tratamentos não cirúrgicos.

Mesmo quando indicada, a decisão sobre operar deve ser compartilhada entre médico e paciente, considerando benefícios, riscos e expectativas.

Ortopedista pelo Convênio ou Particular?

Essa é uma dúvida comum de quem está pesquisando antes de marcar a consulta.

Pelo convênio, a vantagem é o custo reduzido ou ausência de custo direto, mas pode haver espera para agenda e, em alguns planos, autorização prévia para exames e procedimentos.

Na consulta particular, o acesso é mais rápido, com mais tempo de consulta e liberdade para escolher o especialista mais indicado para o caso, importante quando o problema exige uma subespecialidade específica, como cirurgia da coluna ou medicina esportiva.

A escolha entre as duas opções depende da urgência do caso, da disponibilidade da rede credenciada e da complexidade do problema.

Como Prevenir Problemas Ortopédicos?

Nem todas as doenças podem ser evitadas. Mas alguns hábitos reduzem bastante o risco de dor e lesão.

Mantenha-se fisicamente ativo A prática regular de atividade física melhora força, equilíbrio, mobilidade e saúde das articulações.

Fortaleça a musculatura Músculos fortes reduzem a sobrecarga sobre coluna e articulações.

Controle o peso corporal O excesso de peso aumenta a carga sobre joelhos, quadris, coluna e pés — e está associado a mais inflamação no corpo.

Evite ficar muito tempo na mesma posição Levantar-se periodicamente e alternar posições reduz sobrecargas repetitivas.

Cuide da saúde óssea após os 50 anos Ingestão adequada de cálcio e vitamina D, exposição solar regular e exercícios de impacto controlado ajudam a prevenir a osteoporose.

Procure tratamento precocemente Esperar meses para buscar atendimento pode favorecer perda de força, limitação funcional e dor crônica.

Curiosidades Sobre Ossos e Articulações

Algumas informações pouco conhecidas ajudam a entender melhor o corpo humano:

  • Um recém-nascido tem cerca de 270 ossos. Na vida adulta, esse número cai para 206, porque muitos ossos se fundem durante o crescimento.
  • O fêmur é o osso mais longo e resistente do corpo — suporta cargas de até 30 vezes o peso corporal durante a corrida.
  • O menor osso do corpo humano, o estribo, fica dentro do ouvido e mede cerca de 3 mm.
  • A cartilagem não tem vasos sanguíneos. Por isso, lesões nessa estrutura cicatrizam muito mais devagar que as ósseas.
  • Ossos são tecido vivo e se remodelam continuamente: em média, o esqueleto adulto é totalmente renovado a cada 10 anos.
  • Estalar os dedos não causa artrose, ao contrário do que se acredita popularmente o som vem da liberação de gás dentro do líquido articular.

Perguntas Frequentes

Posso procurar um ortopedista sem exames? Sim. Na maioria das vezes, a consulta deve acontecer antes de qualquer exame.

Toda dor significa inflamação? Não. Existem dores causadas por sobrecarga mecânica, desgaste, compressão nervosa e outras doenças.

O ortopedista sempre pede ressonância? Não. Muitos pacientes não precisam desse exame — a escolha depende da suspeita diagnóstica.

Toda infiltração faz mal? Não. Quando bem indicada e feita por profissional habilitado, a infiltração é uma ferramenta importante para o controle da dor.

Atividade física piora problemas ortopédicos? Na maioria dos casos, não. Quando bem orientada, a atividade física faz parte do tratamento e da prevenção.

Qual a diferença entre ortopedista e reumatologista? O ortopedista trata principalmente lesões mecânicas e estruturais (fraturas, lesões de tendão e ligamento, desgaste articular). O reumatologista trata doenças inflamatórias sistêmicas, como artrite reumatoide e lúpus, que também afetam as articulações.

Ortopedista trata dor na coluna ou preciso de um neurocirurgião? Ambos podem tratar hérnia de disco e outras doenças da coluna. A escolha costuma depender da complexidade do caso e da disponibilidade de cada especialista na região.

Quanto tempo dura uma consulta com ortopedista? Geralmente entre 30 e 45 minutos, tempo necessário para uma boa história clínica e exame físico completo.

Conclusão

As doenças ortopédicas fazem parte da vida de milhões de pessoas. Mas conviver com dor não deve ser considerado normal.

O papel do ortopedista vai muito além de pedir exames ou indicar cirurgias. O objetivo é compreender a origem dos sintomas, fechar um diagnóstico preciso e montar um plano de tratamento adequado para cada paciente.

Na maioria dos casos, um tratamento iniciado cedo permite controlar a dor, recuperar a função e evitar que problemas simples virem limitações permanentes.

Se você sente dor persistente na coluna, nos joelhos, nos ombros ou em qualquer outra articulação, procure avaliação especializada. Descobrir a causa da dor é o primeiro passo para recuperar sua qualidade de vida.

Saiba mais

International Association for the Study of Pain (IASP): https://www.iasp-pain.org

Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT): https://sbot.org.br

American Academy of Orthopaedic Surgeons (AAOS) – OrthoInfo: https://orthoinfo.aaos.org

Organização Mundial da Saúde (OMS) – Musculoskeletal Health: https://www.who.int/news-room/fact-sheets/detail/musculoskeletal-conditions

National Institute for Health and Care Excellence (NICE): https://www.nice.org.uk

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